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		<title>Sistema de Delivery on-line e as vantagens deste servi&#231;o para os restaurantes</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 11:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alisonalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A modalidade de delivery já é conhecida pelos brasileiros há muitos anos. A grande novidade que vem ganhando a atenção de clientes que utilizam este tipo de serviço é realizar o seu pedido via internet. Os motivos que vem atraindo novos clientes para esta nova modalidade de delivery são vários, como explica Daniel Mantovani, diretor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wlWriterHeaderFooter" style="float:none; margin:0px; padding:4px 0px 4px 0px;"><iframe src="http://www.facebook.com/widgets/like.php?href=http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/2012/01/25/sistema-de-delivery-on-line-e-as-vantagens-deste-servio-para-os-restaurantes/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></div>
<p align="justify"><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image5.png"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image_thumb5.png" width="240" height="143" /></a>A modalidade de delivery já é conhecida pelos brasileiros há muitos anos. A grande novidade que vem ganhando a atenção de clientes que utilizam este tipo de serviço é realizar o seu pedido via internet. Os motivos que vem atraindo novos clientes para esta nova modalidade de delivery são vários, como explica Daniel Mantovani, diretor Executivo da <a href="http://www.pizzariaecia.com.br/">Pizzaria e Cia.</a> </p>
<p align="justify">“Existem várias vantagens, a maior delas é a comodidade que o sistema de delivery on-line passa para o cliente. O cliente pode escolher o produto e pagar sem demora, de forma simples e fácil.”</p>
<p align="justify">Quem nunca se deparou com algum tipo de transtorno ao ligar para uma pizzaria para fazer um pedido? Telefone ocupado ou fazer a telefonista ler todo o cardápio para o cliente são alguns deles. Mas com o sistema de delivery on-line todos estes problemas deixam de existir. O cliente ao acessar o site da pizzaria, tem todo o cardápio a um clique, além de não precisar fazer nenhuma ligação o cliente realiza seu próprio cadastro, efetua o pagamento de forma segura ou pode optar por pagar no ato da entrega. </p>
<p align="justify">Outra grande vantagem deste serviço é o agendamento de pedidos. Se o cliente quiser chegar em casa e logo em seguida receber sua pizza ou se for receber alguns amigos em casa à noite e já quiser deixar tudo preparado, basta entrar no site da sua pizzaria favorita que utiliza o sistema de delivery on-line e fazer o agendamento. O cliente pode acompanhar o status do pedido a qualquer momento. Rápido e prático não?    </p>
<p align="justify"><a href="http://www.pizzariaecia.com.br/"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image6.png" width="168" height="149" /></a>Ainda Segundo Daniel Mantovani o sistema oferece vários outros benefícios também para os donos do Restaurante que utilizam este sistema. Com mais de 50 funções administrativas o proprietário pode enviar códigos promocionais, criar inúmeras formas de promoções, enquetes, banners e o sistema tem até um formulário para a contratação de novos funcionários. Além disso o sistema coloca a disposição do restaurante outra ferramenta importante que é a compra coletiva. </p>
<p align="justify">A facilidade na utilização do sistema também é um grande diferencial. Todas as ferramentas são auto-intuitivas, permitindo ao cliente ou ao administrador do site utilizá-las sem nenhuma dificuldade.</p>
<p align="justify">“&#8230;Hoje temos clientes que tiram mais de 200 pedidos por mês somente pelo delivery on-line.</p>
<p align="justify">Além disso essa forma de delivery é uma opção que veio para ficar. O comércio eletrônico se tornou realidade e quem deixar para depois pode perder espaço para a concorrência, isso porque muitos já estão aderindo ao serviço&#8230;.”</p>
<p align="justify">Com tanta comodidade e facilidade os pedidos via internet vem crescendo bastante. Empresas aumentam até 30% de seu faturamento com o novo sistema. Uma pesquisa realizada pela Infomoney informa que 40% dos consumidores aceitam pagar mais pelos alimentos desde que os restaurantes melhorassem em alguns aspectos.</p>
<p align="justify">Existem inúmeras empresas que oferecem o sistema de Delivery On-line, mas qual o diferencial que a “Pizzaria e Cia” possui em relação à concorrência?</p>
<p align="justify">“&#8230;Nosso diferencial é o foco na real necessidade das empresas que utilizam nosso serviço. Nosso sistema é hospedado no próprio domínio do cliente (Dono do Restaurante ), isso faz com que o cliente final fidelize o delivery, não tendo a possibilidade de acessar o site da concorrência. Oferecemos suporte On-line 16 horas por dia através de nossa ferramenta de WEBDESK. Hospedamos o site na melhor empresa de hospedagem da América Latina e não cobramos hospedagem. Por fim o cliente que contrata o nosso sistema recebe treinamento sempre que necessário&#8230;”</p>
<p align="justify">A GR foi em busca de empresários que utilizam o sistema da Pizzaria&amp;Cia para saber como é a operacionalização do sistema por parte da empresa. O Sr. Jonatham da Pizzaria Predileta destacou o que mudou após a implantação do sistema.</p>
<p align="justify">“&#8230;Hoje atendo cerca de 200 pedidos online por mês e só consigo dar conta graças a esse excelente site desenvolvido por eles. Nele posso criar diversas promoções exclusivas para o pedido online, tenho a integração do site com meu sistema assim quando o cliente faz uma compra online tenho a opção de já sair direto impresso na minha impressora, mas o sistema também disponibiliza um aviso sonoro avisando sobre a chegada de um novo pedido e eu mesmo mando imprimir. Estou bastante satisfeito com o resultado do investimento&#8230;”</p>
<p align="justify"><strong>Sistema de Delivery On-line Pizzaria&amp;CIA      <br />(Atendimento em todo o Brasil)      <br />Site: </strong><a href="http://www.pizzariaecia.com.br/"><strong>http://www.pizzariaecia.com.br/</strong></a>    <br /><strong>Telefone (65) 3634-6216     <br />Email: <a href="mailto:suporte@pizzariaecia.com.br">suporte@pizzariaecia.com.br</a></strong></p>
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		<title>No restaurante: como agir em situa&#231;&#245;es constrangedoras</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alisonalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; O que fazer quando tem uma mosca na sopa? E se o copo chegar sujo de batom? Saiba como se comportar e o que esperar da casa Achou uma minhoca na salada? O pessoal da mesa ao lado está fazendo baderna e quebrando o clima do seu jantarzinho romântico? O garçom está com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wlWriterHeaderFooter" style="float:none; margin:0px; padding:4px 0px 4px 0px;"><iframe src="http://www.facebook.com/widgets/like.php?href=http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/2012/01/10/no-restaurante-como-agir-em-situaes-constrangedoras/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></div>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image4.png"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image_thumb4.png" width="447" height="282" /></a></p>
<p><strong>O que fazer quando tem uma mosca na sopa? E se o copo chegar sujo de batom? Saiba como se comportar e o que esperar da casa</strong></p>
<p>Achou uma minhoca na salada? O pessoal da mesa ao lado está fazendo baderna e quebrando o clima do seu jantarzinho romântico? O garçom está com o zíper da calça aberto? Certas providências precisam ser tomadas, mas não há motivo para armar um escândalo e se estressar. Afinal, essas e outras situações chatas (infelizmente) acontecem até nos melhores estabelecimentos. O iG Comida conversou com gerentes de dois restaurantes paulistanos para saber o que pode ser feito para contornar essas e outras saias justas, algumas muito frequentes.</p>
<p>Nossa missão é minimizar os danos, acalmar os comensais e tentar evitar que no futuro esses deslizes se repitam&quot;, diz Ismael Martins, gerente do restaurante Gero e 22 anos de Grupo Fasano. Flávio Tupinambá, o Tupi, que trabalhou durante anos à frente do salão do Spot e agora é sócio do recém-inaugurado Ruaa, concorda. &quot;Quem sai de casa quer se divertir, e nosso papel é tornar a visita das pessoas uma experiência agradável&quot;, diz. A dupla prepara você para agir em situações constrangedoras, e ensina o que esperar do restaurante. Relaxe, respire fundo e vamos lá.</p>
<p>Tem um elemento estranho no meu prato (um pedaço de plástico, um cabelo, uma mosca etc)   <br />O cliente deve chamar o garçom e mostrar o &quot;brinde&quot; que encontrou na comida. A conduta esperada é que o prato seja substituído por outro igual ou à escolha do cliente. Se o novo prato tem valor superior, uma forma de compensar o deslize é cobrar o valor do anterior, o mais barato.</p>
<p>Minha taça de vinho chegou à mesa com uma marca de batom na borda   <br />A sujeira deve ser mostrada ao sommelier ou ao garçom. A taça deve ser imediatamente trocada, e não há problemas em aceitar um agrado do restaurante, como um petisco para acompanhar a bebida enquanto a comida não vem ou uma sobremesa de graça no final da refeiçãoMinha carne está muito mal passada    <br />Deve-se informar o garçom assim que o prato chega à mesa e a falha é notada. Mas o correto mesmo é deixar claro o ponto desejado na hora de fazer o pedido. Muitas vezes, o &quot;mal passado&quot; do chef é diferente do imaginado pelo cliente. O mesmo serve para massas e risotos, normalmente servidos al dente (mais durinho). Aqui, a comida volta para a cozinha e, geralmente, o prato é trocado.</p>
<p>Tudo certo com o meu prato, mas o da minha companheira está trocado   <br />Alerte o garçom enquanto ele ainda estiver servindo. Se o jantar for de casal, o correto é ele voltar com os dois pratos para a cozinha e servi-los juntos. Mas se a mesa for grande, o jeito é mantem o bom humor e beliscar a batata frita de seu vizinho enquanto espera a troca.</p>
<p>Quero comer este prato, mas não do jeito que está descrito no cardápio   <br />Tem cliente que, quando faz o pedido, pede um filé a parmigiana sem queijo, um hambúrguer no prato e com o pão à parte ou um linguado Belle Meunière sem alcaparras. Até aí, tudo bem, mas o problema é quando ele quer substituir os ingredientes por outros, que nem sempre estão disponíveis. Neste caso, tudo vai depender da boa vontade do chef. Afinal, o que o restaurante tem para oferecer é o que está no cardápio, a cozinha não está lá para executar todo e qualquer prato que o cliente está com vontade de comer. Lembre-se: um estabelecimento comercial não é a sua casa.</p>
<p>O pessoal da mesa ao lado está falando alto e fazendo muita algazarra   <br />Não faça &quot;shhhh&quot; ou dirija-se à turma barulhenta, isso só vai criar estresse e constrangimento. Chame o maître ou o garçom e exponha o seu problema. A melhor saída, aqui, é mudar de mesa.</p>
<p>Aquele senhor ali do canto não tira os olhos das minhas pernas    <br />Fique fria e não vá cobrar satisfações direto com essa figura inconveniente com a faca na mão. Avise ao garçom ou maître o que está acontecendo e peça que ele tome uma providência. Mais uma vez, a troca de lugar é a melhor saída.</p>
<p>O garçom está com o zíper da calça aberto   <br />Essa é uma situação complicada. O melhor a fazer é chamar o maître e, com leveza e humor, comentar o que está acontecendo, sem fazer tempestade em copo d&#8217;água por uma razão tão prosaica. Coloque-se no lugar dele: se você estiver com uma alface grudada no dente, vai gostar de ser avisado sem alarde.</p>
<p>Um item que eu não consumi está aparecendo na conta   <br />Chame o garçom ou o maître e mostre o item que está incluído erroneamente na conta. Mesmo que o restaurante tenha certeza de que o cliente consumiu a quarta ou quinta caipirinha, o correto é retirá-lo da nota. Sem discussão.</p>
<p>Fonte: <a title="http://www.midianews.com.br" href="http://www.midianews.com.br">http://www.midianews.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.gestaoderestaurantes.com.br/loja_virtual.html"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="banners_cozinha_industrial" border="0" alt="banners_cozinha_industrial" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/banners_cozinha_industrial.jpg" width="460" height="120" /></a></p>
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		<title>O que &#233; Cook Chill e como funciona?</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alisonalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Cook Chill significa cozer/resfriar e o processo consiste em cozinhar o alimento a uma temperatura de +74oC por mais de 5 minutos e resfriar em equipamentos que baixam a temperatura do produto rapidamente até a temperatura de + 3oC. O processo reduz ao mínimo o risco de contaminação do alimento, pois a passagem pela zona [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wlWriterHeaderFooter" style="float:none; margin:0px; padding:4px 0px 4px 0px;"><iframe src="http://www.facebook.com/widgets/like.php?href=http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/2012/01/10/o-que-cook-chill-e-como-funciona/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></div>
<p align="justify"><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image.png"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px 4px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image_thumb.png" width="240" height="160" /></a>Cook Chill significa cozer/resfriar e o processo consiste em cozinhar o alimento a uma temperatura de +74oC por mais de 5 minutos e resfriar em equipamentos que baixam a temperatura do produto rapidamente até a temperatura de + 3oC. O processo reduz ao mínimo o risco de contaminação do alimento, pois a passagem pela zona de perigo (+4oC e +60oC) é reduzida a um tempo mínimo. </p>
<p align="justify">Os resfriadores funcionam por circulação de água (ideal para produtos com um pós-vida de até 45 dias) ou ar (para alimentos que serão consumidos no prazo de 5 dias). </p>
<p align="justify">Os alimentos devem ser regenerados em fornos combinados. Neles é possível a mistura de ar quente e vapor simultaneamente e a umidade contribui para que os alimentos não ressequem.</p>
<p align="justify">O processo minimiza os riscos de contaminação, preserva as características nutricionais dos alimentos e não deixa o efeito de pasteurização no sabor e na consistência dos alimentos.</p>
<p align="justify"><i>O medo do novo é sempre uma barreira difícil de ser vencida, porém a versatilidade e a racionalização proporcionados pelo Cook Chill fazem com que esse processo conquiste vários segmentos da alimentação fora do lar. </i></p>
<p align="justify">Muitos restaurantes, hotéis e empresas especializadas em servir refeições têm procurado soluções que aliem novas formas e conceitos para otimizar sua produção, minimizar custos e reforçar a segurança sobre os riscos de contaminação. </p>
<p align="justify">Para resolver essas questões fundamentais nos negócios da alimentação fora do lar, alguns empresários vêm investindo em tecnologia e novas alternativas para a produção. Nesse quadro, o Cook Chill tem proporcionado bons frutos para aqueles que já adotaram a técnica. </p>
<p align="justify">Utilizado largamente nos Estados Unidos e Europa há vários anos, o Cook Chill ainda é pouco frequente no Brasil. Um dos fatores para este retardo em relação aos outros mercados era o alto custo dos equipamentos importados. Hoje a situação é mais propícia e os consumidores já podem contar também com opções de equipamentos nacionais, facilitando o dimensionamento do investimento.    </p>
<p align="justify"><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image1.png"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image_thumb1.png" width="120" height="180" /></a>Outro fator que dificultou a maior utilização do Cook Chill foi a relutância dos profissionais na utilização do método. “Quebrada a barreira dos custos dos equipamentos, ainda existem alguns obstáculos para a maior difusão do uso do processo &#8211; a resistência dos profissionais de cozinha, o medo da tecnologia e o preconceito. A primeira imagem que surge quando se fala em Cook Chill é a de produtos congelados e pasteurizados, o que implica em alteração de sabor, consistência, textura e de valores nutricionais. Ao contrário do que se pensa, as vantagens dentro desse processo são justamente a preservação das características básicas dos alimentos, principalmente do sabor”, explica o engenheiro Dimas de Oliveira, da Núcleo Ora, empresa especializada em projetos de cozinhas profissionais. </p>
<p align="justify">O processo pode ser solução para inúmeras situações, não se restringindo apenas ao tipo de demanda ou dimensões das cozinhas. Em restaurantes de hotéis que têm como característica trabalhar com população flutuante, o Cook Chill colabora para equacionar fluxos de saída da produção e dar agilidade ao atendimento. Na organização de eventos também é uma ferramenta eficaz, permitindo o planejamento com a elaboração prévia das refeições, liberando os funcionários para outras tarefas nos momentos de pico. Em universidades abre a possibilidade de elaborar refeições em uma cozinha central e, posteriormente, distribuir para os demais restaurantes no campus. </p>
<p align="justify">Isso porque o processo é simples. Ele consiste em cozer (cook) e resfriar (chill) alimentos dentro de rigorosos métodos de controle de temperatura utilizando equipamentos de tecnologia avançada. Com isso é possível produzir refeições para consumo futuro com características, consistência e sabor idênticos aos preparados na hora. </p>
<p align="justify"><b>Mudanças na alimentação coletiva </b></p>
<p align="justify">Entre as empresas brasileiras que vem investindo em Cook Chill está a De Nadai, que além de implantar em sua cozinha central uma área destinada ao novo tipo de produção, vem utilizando o processo em alguns clientes com cozinha local.    </p>
<p align="justify"><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image2.png"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image_thumb2.png" width="120" height="180" /></a>“Em 1997, adquirimos as câmaras de resfriamento visando ampliar a segurança na produção de alimentos cozidos e depois resfriados, além de garantir um produto mais saboroso, pois não há perda de vapor, comuns a empresas que prestam serviço de fornecimento de refeições transportadas como nós. Portanto, já dispunhamos dos equipamentos há bastante tempo. Em 2002, fomos procurados pela rede Pão de Açúcar que planejava o lançamento da linha Good Light e Premium e buscava um parceiro no mercado que garantisse qualidade no sabor e consistência dos pratos. Durante 8 meses nos debruçamos sobre este projeto e desenvolvemos 16 produtos congelados que foram prontamente aprovados pela rede de supermercados “, explica Deise Tavares Luppi, Gerente Industrial da empresa. </p>
<p align="justify">“Motivados pelos resultados obtidos decidimos implantar o sistema Cook Chill utilizando o know-how adquirido . Testamos receitas e cardápios, depois implantamos o sistema no restaurante que atende nossos funcionários, onde fornecemos 800 refeições/dia e constatamos os benefícios da nova técnica. A partir daí, passamos a disponibilizar o novo produto para o mercado e temos obtido excelente retorno” conclui Deise. </p>
<p align="justify">Além da cozinha central da empresa, a De Nadai disponibiliza refeições elaboradas através do Cook Chill ao Hospital Glória, em São Paulo, que é um exemplo de solução em serviço de alimentação, onde são servidas 200 refeições diárias, incluindo alimentos para dietas diferenciadas dos pacientes. “Este cliente tinha como principal limitador a questão do espaço, fato que foi totalmente resolvido com o fornecimento de refeições já preparadas no sistema Cook Chill. Com isso, no local só dispomos de refrigeradores e fornos para restauração dos alimentos, nada é preparado no local” explica Vera Lúcia Pires Serra, Gerente de Operações da empresa.    </p>
<p align="justify"><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image3.png"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/image_thumb3.png" width="180" height="150" /></a>Outro cliente da empresa, o escritório britânico de advocacia Link Laters, que consome 3330refeições/dia também aderiu à nova técnica. Lá, por exemplo, numa área de 16 m2, 5 funcionários são suficientes para finalizar e servir as refeições. “O Cook Chill viabiliza a Cozinha de Acabamento e Montagem, trazendo para a prática os benefícios que essa logística representa no mercado de alimentação coletiva”, destaca Marcos de Oliveira dos Santos, Diretor Comercial da De Nadai. </p>
<p align="justify">Para as empresas que recebem os alimentos, entre outras vantagens, está a economia de espaço para a implantação da cozinha, menor custo com energia elétrica retirada de lixo, custos administrativos e melhor circulação na planta do cliente, além de outras despesas decorrentes do uso de uma cozinha tradicional. Com uma pequena área para instalação de um forno, de uma câmara fria para armazenamento e poucos funcionários é possível atender com qualidade os usuários. Dentro desta proposta, o restaurante da nova sede da Serasa, também administrado pela concessionária, adotou o uso “parcial” do Cook Chill, utilizando-o apenas para a preparação do jantar de cerca de 500 refeições /dia. </p>
<p align="justify">“As necessidades de nossos clientes estão mudando e temos que estar atentos ao que eles exigem de um Serviço de Alimentação” enfatiza Fabrício Arouca De Nadai, Diretor Geral da empresa, que completa: “o Cook Chill é mais um acessório para atender ao novo tipo de consumidor que vem surgindo. Temos que nos enquadrar na realidade que o mercado apresenta, adquirindo know-how e tecnologia que permitam maior versatilidade e opçòes para os consumidores. O mercado para refeições preparadas através do Cook Chill deverá crescer e o aumento do volume de solicitações irá minimizar os custos com a produção”. </p>
<p align="justify"><b>Um mercado em crescimento </b></p>
<p align="justify">José Carlos Dias Reis, Diretor da Engefood, empresa que comercializa equipamentos, não acredita que o valor do investimento seja o maior empecilho para a adoção do Cook Chill no Brasil, atribuindo à falta de conhecimento sobre o processo o principal fator para a resistência. “O know-how para a implantação do sistema ainda está nas mãos de poucos, mas com o passar do tempo os fornecedores de refeições perceberão que existe uma forma diferente de produzir refeições às 8h00 para servir às 11h30 e passarão a produzi-las com até 5 dias de antecedência” afirma Reis. </p>
<p align="justify">Atualmente, com R$ 12 mil de investimento é possível resfriar 25 kg por operação e comR$ 60 mil, resfria-se até 120 kg. O retorno vem em menos de um ano, considerando-se a economia de matéria-prima, de mão-de-obra, de energia, além da diminuição do desperdício de alimentos. </p>
<p align="justify">Através do sistema é possível atender nichos específicos de mercado, tais como fábricas que diminuem número de funcionários ou empresas que já não querem se prender a horários tradicionais das refeições, ou mesmo desejam mais opções de pratos. A possibilidade de regenerar o alimento à medida que for necessário, sem desperdício, é uma das alternativas preciosas do processo. O usuário quer dispor de mais opções e acompanhar a mudança do perfil desse consumidor exige a utilização de métodos que agreguem versatilidade e rapidez no atendimento. </p>
<p align="justify">Assim, a tendência é de expansão do uso do Cook Chill e alguns restaurantes já saíram na frente. O SESC São Paulo é um dos que já utiliza, na sua unidade da Pompéia, processos mistos de produção. Com a variedade de produtos que são oferecidos no local, principalmente nos eventos especiais realizados, a implantação do Cook Chill teve por objetivo otimizar os processos de preparo dos alimentos, tais como arroz, feijão, molhos, carnes assadas, legumes, recheios à base de carnes e refeições mais elaboradas como feijoada e lasanhas, entre outros. </p>
<p align="justify">“O Cook Chill tornou-se uma ferramenta que trouxe grandes benefícios, pois viabilizou o atendimento à demanda de um público oscilante, além de assegurar a oferta de um alimento seguro com a manutenção do padrão de qualidade preservado” explica Maria Fernanda Ferro Junqueira, coordenadora da Área de Alimentação. </p>
<p align="justify">Outra profissional que optou pelo Cook Chill foi Cynthia Antonaccio, nutricionista e proprietária da Equilibrium Alimento e Nutrição. Contando hoje com cerca de 150 refeições servidas diariamente aos freqüentadores da academia e perspectivas de um aumento substancial no número de refeições no local para breve, a profissional encontrou no Cook Chill uma forma de atender sem perder a qualidade. </p>
<p align="justify">“Após a introdução do novo processo pude introduzir novos itens ao cardápio, como peixes e molhos diferentes. Ampliei também a linha de congelados e estamos nos preparando para entrar no mercado de atendimento de eventos” comemora Cynthia. </p>
<p align="justify">Como se vê, o Cook Chill tem apresentado resultados positivos em vários casos e tipos de demandas. A experiência positiva destes profissionais que vêm se dedicando a adaptar cardápios ao novo processo e os ganhos daqueles que vêm investindo no Cook Chill são fatores que deverão desmistificar o processo tornando-o bastante atrativo aos olhos de quem deseja investir em qualidade e segurança alimentar. </p>
<p align="justify">Fonte: <a title="http://www.nutrinews.com.br" href="http://www.nutrinews.com.br">http://www.nutrinews.com.br</a></p>
<p align="justify"><a href="http://www.gestaoderestaurantes.com.br/loja_virtual.html"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="banner_guia_de_produtos" border="0" alt="banner_guia_de_produtos" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/banner_guia_de_produtos.jpg" width="460" height="120" /></a></p>
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		<title>Alimenta&#231;&#227;o: brasileiros aceitam pagar mais por melhorias nos fast-foods</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 13:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alisonalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO – Mais de 40% dos consumidores brasileiros aceitariam pagar mais pelos alimentos&#160; em fast-foods, se os restaurantes melhorassem alguns aspectos que eles julgam negativos. Os dados são da pesquisa Fast-Food no Brasil, realizada pela Shopper Experience e divulgada nesta quarta-feira (14). Para a presidente da Shopper Experience, Stella Kochen Susskind, embora 58% dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wlWriterHeaderFooter" style="float:none; margin:0px; padding:4px 0px 4px 0px;"><iframe src="http://www.facebook.com/widgets/like.php?href=http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/2011/12/19/alimentao-brasileiros-aceitam-pagar-mais-por-melhorias-nos-fast-foods/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></div>
<p align="justify"><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/image4.png"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 5px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/image_thumb4.png" width="240" height="182" /></a>SÃO PAULO – Mais de 40% dos consumidores <a href="http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2286221#">brasileiros</a> aceitariam pagar mais pelos <a href="http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=2281574&amp;path=/suasfinancas/">alimentos</a>&#160; em fast-foods, se os restaurantes melhorassem alguns aspectos que eles julgam negativos. Os dados são da pesquisa Fast-Food no <a href="http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2286221#">Brasil</a>, realizada pela Shopper Experience e divulgada nesta quarta-feira (14).</p>
<p align="justify">Para a presidente da Shopper Experience, Stella Kochen Susskind, embora 58% dos consumidores não concordem em pagar mais nos fast-foods, a porcentagem dos que estão dispostos a desembolsar mais dinheiro é um sinal de que o percentual de consumidores <a href="http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2286221#">modernos</a> está crescendo.</p>
<p align="justify"><strong>Investimento em melhorias</strong>    <br />Dos respondentes que aceitariam pagar a mais pela refeição nos fast-foods, 31% disseram que pagariam 10% a mais por melhorias no atendimento e mais variedades de alimentos. Já 9% pagariam de 10% a 20% a mais pelas mudanças. “Na prática, o consumidor quer manter uma relação de transparência; há muitos clientes dispostos a pagar mais para ter melhor. Trata-se de uma nova lógica na relação de custo-benefício”, explica Stella.</p>
<p align="justify"><strong>Cardápios e acomodações</strong>    <br />O levantamento também revelou que os consumidores brasileiros estão interessados em novidades nos cardápios. Segundo a pesquisa, 86% dos entrevistados gostariam que as redes incluíssem mais lançamentos. Hoje, apenas 14% não atendem essa demanda.</p>
<p align="justify">Entre os respondentes, 86% disseram que já desistiram de consumir em um determinado fast-food por não haver mesas disponíveis.</p>
<p align="justify"><strong>Combos e sugestões</strong>    <br />A pesquisa também revela que 35% dos entrevistados quase sempre aceitam promoções oferecidas no caixa, 9% sempre aceitam e 8% nunca aceitam. “Há uma clara tendência, mostrada por 45% dos entrevistados, de priorizar as lojas com mesas exclusivas. As ofertas adicionais de bebida, sobremesa, molho, café e combos, feitas nos caixas, mostram-se uma <a href="http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2286221#">oportunidade</a> lucrativa”, afirma a presidente.</p>
<p align="justify">Dos respondentes, 60% disseram que aceitariam as sugestões, se o produto oferecido estivesse de acordo com as preferências, enquanto 37% afirmaram que só aceitariam se a sugestão não aumentasse o valor da refeição.</p>
<p align="justify"><strong>Escolha do restaurante</strong>    <br />A pesquisa mostra que os consumidores estão mais preocupados com o sabor da comida do que com o preço, na hora de escolher o restaurante. Enquanto 56% usam a primeira opção como fator decisivo para a escolha do fast-food, 3% priorizam o valor como fator determinante. Já 27% consideram mais importante a higiene do local.</p>
<p align="justify">Quase 30% dos consumidores brasileiros visitam as redes de fast-food mais de uma vez por semana, 27% assumem que comem nesses restaurantes uma vez por semana, enquanto 20% visitam o restaurante uma vez a cada quinzena, 13% uma vez ao mês, 10% menos de uma vez por mês e 2% afirmaram que nunca comem alimentos desses restaurantes.</p>
<p align="justify">Os motivos para a escolha desses restaurantes são a conveniência, rapidez e agilidade na refeição, apontadas por 74% dos consumidores. “Embora o senso comum atribua questões como preço e localização das lojas como determinantes para o consumo em restaurantes fast-food, esses fatores são apontados por apenas 5% dos entrevistados. A pesquisa mostra que a preferência se tornou quase uma questão cultural, um hábito alimentar”, finaliza Stella.</p>
<p align="justify">Fonte: Infomoney</p>
<p align="justify"><a href="http://www.gestaoderestaurantes.com.br/loja_virtual.html"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="banner_ficha_tecnica" border="0" alt="banner_ficha_tecnica" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/banner_ficha_tecnica.jpg" width="464" height="124" /></a></p>
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		<title>Concurso Comida di Buteco chega a S&#227;o Paulo em 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 12:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alisonalves</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comida di buteco]]></category>

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		<description><![CDATA[Sebrae no estado participa com capacitações para os donos dos estabelecimentos &#160; São Paulo &#8211; Reconhecido com sucesso por público e crítica em todas as cidades brasileiras onde é realizado em 13 anos de existência, o “Comida di Buteco”, primeiro e maior concurso gastronômico especializado em botecos do país, chega à capital paulista em 2012. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wlWriterHeaderFooter" style="float:none; margin:0px; padding:4px 0px 4px 0px;"><iframe src="http://www.facebook.com/widgets/like.php?href=http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/2011/12/19/concurso-comida-di-buteco-chega-a-so-paulo-em-2012/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></div>
<h3>Sebrae no estado participa com capacitações para os donos dos estabelecimentos</h3>
<p>&#160;</p>
<p align="justify"><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/image3.png"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px 6px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/image_thumb3.png" width="166" height="240" /></a><strong>São Paulo</strong> &#8211; Reconhecido com sucesso por público e crítica em todas as cidades brasileiras onde é realizado em 13 anos de existência, o “Comida di Buteco”, primeiro e maior concurso gastronômico especializado em botecos do país, chega à capital paulista em 2012.     <br />“Começamos o projeto em uma mesa de boteco, em 1999, em Belo Horizonte. Sentíamos falta de eventos que valorizassem a gastronomia local. Hoje, o objetivo é que o “Comida di Buteco” seja reconhecido como o maior evento gastronômico do Brasil”, conta Maria Eulália Araújo, uma das realizadoras do concurso.     <br />A escolha dos botecos participantes é feita pela comissão organizadora, levando em conta critérios como qualidade do cardápio, envolvimento do dono, ambiente e higiene do local. Qualquer pessoa pode indicar seu boteco preferido pelo e-mail <a href="mailto:indiqueumboteco@comidadibuteco.com.br">indiqueumboteco@comidadibuteco.com.br</a>. </p>
<p align="justify"><strong>Capacitação</strong>     <br />O <strong><a href="http://www.sebraesp.com.br/Paginas/default.aspx">Sebrae em São Paulo</a></strong> participa do concurso em parceria com a organização para capacitar os proprietários dos botecos nas cidades participantes no estado de São Paulo. “Estamos atentos aos negócios que se encaixem no segmento de economia criativa. Vamos aproveitar a capacitação para preparar os donos de botecos. Comida eles já sabem fazer, agora precisam valorizar a gestão para continuar crescendo, e vamos contribuir com isso”, diz Bruno Caetano, superintendente do Sebrae.     <br />“Vamos usar nossa especialidade em gestão de empresas para apoiar os empreendimentos em itens como divulgação, marketing, vigilância sanitária e controle financeiro”, explica Nilton de Castro Barbosa, gerente do Sebrae na região central de São Paulo. </p>
<p align="justify">São Paulo será a 16ª cidade a receber o concurso. Já participam: Belo Horizonte (MG), Ipatinga (MG), Juíz de Fora (MG), Montes Claros (MG), Poços de Caldas (MG), Uberlândia (MG), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José do Rio Preto (SP), Belém (PA), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Manaus (AM) e Salvador (BA).    <br />“Este é um evento que vai ajudar a colocar São Paulo em um nível cada vez mais elevado na gastronomia nacional”, afirma Luciana Leite, diretora de Turismo e Entretenimento da SP Turis. </p>
<p align="justify">A próxima edição do concurso “Comida di Buteco” começa em São Paulo em 1º de junho e, nas demais cidades, em 13 de abril de 2012. O lançamento oficial do evento aconteceu no dia 6 de dezembro, no Mercado Municipal, zona central da cidade. <strong><a href="http://www.comidadibuteco.com.br">Mais informações estão disponíveis neste endereço</a></strong></p>
<p align="justify"><strong>Fonte: Agência Sebrae</strong></p>
<p align="justify"><a href="http://www.gestaoderestaurantes.com.br/loja_virtual.html"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="banner_guia_de_produtos" border="0" alt="banner_guia_de_produtos" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/banner_guia_de_produtos1.jpg" width="464" height="124" /></a></p>
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		<title>Movimento pela gastronomia sustent&#225;vel re&#250;ne mais de 100 empresas em SP</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alisonalves</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[De Agência Átimo Em meio às atuais discussões sobre biodiversidade e a preservação do meio ambiente, a gastronomia sustentável desponta no mercado com o objetivo de conscientizar donos e clientes de restaurantes de sua responsabilidade socioambiental com atitudes como a reciclagem de lixo, o reaproveitamento das sobras de alimentos e a reestruturação de cozinhas. Mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wlWriterHeaderFooter" style="float:none; margin:0px; padding:4px 0px 4px 0px;"><iframe src="http://www.facebook.com/widgets/like.php?href=http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/2011/12/06/movimento-pela-gastronomia-sustentvel-rene-mais-de-100-empresas-em-sp/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></div>
<p align="justify">De Agência Átimo </p>
<p align="justify"><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/image2.png"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 4px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/image_thumb2.png" width="240" height="214" /></a>Em meio às atuais discussões sobre biodiversidade e a preservação do meio ambiente, a gastronomia sustentável desponta no mercado com o objetivo de conscientizar donos e clientes de restaurantes de sua responsabilidade socioambiental com atitudes como a reciclagem de lixo, o reaproveitamento das sobras de alimentos e a reestruturação de cozinhas. </p>
<p align="justify">Mais de 100 bares e restaurantes da Grande SP já aderiram ao conceito e participam do Movimento Gastronomia Sustentável desde junho deste ano. Segundo Sérgio Lerrer, coordenador do projeto, “o movimento tem a finalidade de induzir práticas mais sustentáveis e criar pratos que estimulem a alimentação saudável através da consciência ambiental”. </p>
<p align="justify">Desde o evento “Vila Integral – Uma experiência gastronômica sustentável”, realizado em 2009, em São Paulo, donos de bares e restaurantes da cidade passaram a utilizar a gastronomia sustentável como forma de gestão para as suas empresas. </p>
<p align="justify">Alison Figueiredo, da <a href="http://www.gestaoderestaurantes.com.br/">GR Gestão de Restaurantes</a>, afirma que o investimento na gastronomia sustentável, além de trazer grande benefício para o planeta, também traz benefícios para os empreendedores do setor, gerando mais economia e atraindo novos clientes. </p>
<p align="justify">“Para os restaurantes, o resultado é observado tanto na redução direta dos custos, bem como no aumento do faturamento. Para os clientes, ao dar preferência para consumir num estabelecimento com ações sustentáveis, tem-se a certeza de também estar colaborando com a sustentabilidade do planeta”, diz. </p>
<p align="justify">A professora Vera Lúcia Salvo, coordenadora do curso de Gastronomia da Universidade Metodista de São Paulo, também vê a iniciativa como uma estratégia de economia. Para ela, a gastronomia sustentável é um conceito em prática que “vai desde o reaproveitamento da água no cozimento de alimentos, no descongelamento adequado na geladeira, até o destino das sobras de comida, que podem ir para ONGs”. </p>
<p align="justify">O preço dos pratos, que pode variar de R$ 75,00 a R$110,00 reais, é um dos principais obstáculos a serem superados para que o mercado se expanda ainda mais, como afirmou o chef de cozinha do restaurante O Pote do Rei, William Ribeiro. </p>
<p align="justify">“São produtos que custam mais e não são os mais bonitos, porém são os mais saudáveis e saborosos. Antes restaurantes que tinham alimentos saudáveis não obtinham lucro, mas as pessoas estão começando a se abrir para esse mercado”, disse William. </p>
<p align="justify">Dentre outros benefícios trazidos pela gastronomia sustentável estão a geração de menos resíduos na produção alimentícia e a economia direta de recursos como a água e a energia elétrica.</p>
<p align="justify"><a href="http://www.gestaoderestaurantes.com.br/loja_virtual.html"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="planejamento_cardapios" border="0" alt="planejamento_cardapios" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/planejamento_cardapios.jpg" width="464" height="124" /></a></p>
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		<title>Um neg&#243;cio certeiro: pizza!</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 11:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alisonalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empresários encontram no mercado várias opções de equipamentos voltados para a produção de pizza, independente do tamanho de seu negócio Maria Luiza Gondim DD e acordo com a Associação Pizzarias Unidas, somente em São Paulo são consumidas certa de 30 milhões de pizzas em um mês e o consumo médio diário é de aproximadamente 1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wlWriterHeaderFooter" style="float:none; margin:0px; padding:4px 0px 4px 0px;"><iframe src="http://www.facebook.com/widgets/like.php?href=http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/2011/12/06/um-negcio-certeiro-pizza/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></div>
<p><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/image1.png"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 6px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/image_thumb1.png" width="240" height="180" /></a>Empresários encontram no mercado várias opções de equipamentos voltados para a produção de pizza, independente do tamanho de seu negócio</p>
<p align="justify"><a href="mailto:maria.castro@foodservicenews.com.br">Maria Luiza Gondim </a></p>
<p align="justify">DD e acordo com a Associação Pizzarias Unidas, somente em São Paulo são consumidas certa de 30 milhões de pizzas em um mês e o consumo médio diário é de aproximadamente 1 milhão. Com números tão expressivos, as empresas que desenvolvem equipamentos e tecnologia, notaram uma grande oportunidade de negócio e começaram a investir e a produzir equipamentos que ajudem o empresário que busca entrar neste segmento de mercado.</p>
<p align="justify">A Compacta Print, companhia especializada em desenvolvimento de equipamentos e tecnologias para diversos segmentos de mercado, observou uma grande oportunidade de negócio com o crescimento da necessidade das pessoas se alimentarem fora de casa e o pouco tempo que elas possuíam para realizar uma refeição. Dessa forma, surgiu a linha Compacta Pizza, que consiste em equipamentos para a produção de pizzas, focada para os restaurantes, bares, cantinas, entre outros.</p>
<p align="justify">A máquina foi elaborada a partir da observação de produção de pizzas em fornos à lenha. Assim, os funcionários da empresa buscaram criar uma tecnologia que mantesse a qualidade do produto, sem precisar de usar madeira para queimar e sem necessidade de eletricidade para gerar calor. “Dessa forma, chegamos ao gás (GLP), difusores de calor por infravermelho e materiais refratários, que conseguem preservar o sabor e as características de uma boa pizza”, afirma Victo Cortez, gerente de marketing da marca. </p>
<p align="justify">Feita de alumínio e pintada com tinta epóxi, a mesma usada em fogões e equipamentos do segmento, a máquina é composta por uma tecnologia simples e prática. A Compacta Pizza possui cinco elementos: um sistema duplo de distribuição de gás, que alimenta os dois difusores infravermelhos que são os queimadores e possuem a capacidade de 2.250 calorias cada e podem ser acionados individualmente; uma pedra refratária que retém o calor e assa as pizza por igual; um motor central que faz com que a pedra gire e as pizzas não fiquem paradas sob os infravermelhos e tijolos refratários. Um ponto de destaque é que o motor responsável por girar a pedra refratária e a lâmpada interna do forno funcionam à bateria ou direto na tomada. </p>
<p align="justify">A máquina consegue assar pizzas grandes e pequenas, sendo que uma fornada com 12 mini-pizzas ou uma grande sai em apenas 90 segundos. De acordo com Cortez o grande diferencial da Compacta Pizza é “que ela não ocupa muito espaço, usa pouco gás, pode ser levada para qualquer lugar, assa a pizza com qualidade de forno à lenha e é muito econômica”.</p>
<p align="justify">Atualmente existem dois modelos da máquina: o balcão que é recomendado para ser usado em cantinas, bares, restaurantes e pizzarias. O outro modelo é o mais vendido, por ser de fácil locomoção. A máquina é equipada com gabinete e rodas e pode ser levada a locais onde há grande concentração de público, como por exemplo em festas, eventos esportivos, parques, entre outros. </p>
<p align="justify">Além destas duas máquinas, a empresa lançou a Pizza Cone Express, máquina para produção de pizzas em cone, que é uma nova tendência de mercado. O objetivo da companhia é aumentar as vendas de seus clientes ao apresentarem o produto de uma forma diferenciada. </p>
<p align="justify">Fazendo um bom negócio</p>
<p align="justify">Victor comenta que a maioria dos compradores da Compacta Pizza são pequenos empreendedores, com o perfil de iniciantes na área de negócios. “Somos procurados por pessoas que buscam um trabalho extra para melhorar seus rendimentos ou para pequenas empresas comerciais que procuram alternativas para equipar seu estabelecimento com algo diferente do que já tem, como por exemplo: bares, cantinas etc”.</p>
<p align="justify">O investimento inicial para aquisição de um equipamento gira em torno de R$ 2 mil e o retorno do investimento varia de acordo com o local onde a máquina é instalada e a forma com que comprador usará a mesma. Porém, o gerente destaca que normalmente, no primeiro mês o empreendedor consegue o retorno deste investimento. </p>
<p align="justify">Um outro destaque da empresa é o slogan de Lucre mais de 100%. “ A lucratividade é de no mínimo 100% sobre o valor de compra da pizza pré-assada em atacadistas e supermercados”, finaliza Cortez.</p>
<p align="justify">Artesanal e tecnológico </p>
<p align="justify">A IBF (Indústria Brasileira de Fornos IBF Ltda) é outra empresa que desenvolve equipamentos para a produção de pizza. Seus fornos são feitos artesanalmente, em alvenaria, porém com materiais de alta tecnologia. O diferencial da empresa é ter fornos que queimam à lenha ou a gás e não prejudicam o sabor e textura. “ Não existe diferença de um produto feito em forno a lenha ou fornoflex. Permita-se avaliar corretamente junto ao fabricante quanto a qualidade do produto final, faça um teste cego degustando pizzas em forno a lenha e fornoflex, afirma Roney Moreira, diretor comercial da empresa. Além disso, o cliente tem acesso a opções de acabamento que proporcionam liberdade de opções por arquitetos e decoradores.</p>
<p align="justify">Os fornos possuem a partir de 1300 mm de diâmetro externo, um sistema de aquecimento exclusivo e vários materiais refratários, isolantes e estruturais que proporcionam qualidade térmica e permite a substituição do fornecimento de calor, através da queima da lenha, pela queima do gás. “Seu sistema controla a temperatura desejada na operação padronizando o produto final independente do operador ou da qualidade da lenha de forma mais eficiente e ecologicamente correta”, comenta o diretor. </p>
<p align="justify">Um outro destaque são os níveis de isolação térmica dos fornos, que suportam 1200ºC e impedem a dispersão de calor excessivo ao ambiente proporcionando mais conforto aos operadores e principalmente aos clientes do estabelecimento. </p>
<p align="justify">A instalação do equipamento pode ser de duas formas: a montagem in loco, onde a estrutura é colocar em um local pré-determinado ou remoto que é quando o produto é montado sobre estrutura metálica, que permite sua recolocação em outro local sempre que necessário. Em relação a produção, os fornos da empresa conseguem produzir em média 6 pizzas de 35 cm de diâmetro por fornada. “O nosso produto proporciona, além de maior produtividade, maior rentabilidade e maior durabilidade. Além da possibilidade de padronização do produto final independente do fator humano que estiver operando o forno”, comenta Moreira. </p>
<p align="justify">Para o empresário que deseja adquirir este tipo de equipamento a empresa presta uma consultoria para elaborar o melhor atendimento para a demanda. Além disso, oferece gratuitamente a criação do projeto de toda área produtiva, sempre anexa ao forno e estendemos para toda operação em caso de pizzarias. O investimento inicial gira em torno de R$ 11 mil para fornos a lenha e R$ 16 mil para modelos FLEX.</p>
<p align="justify">Há 25 anos no mercado, a empresa atende diversos ramos do food service como restaurantes, pizzarias, padarias, supermercados, hotéis, casa de lanches e tem em sua carta de clientes marcas conhecidas como Viena, Galeto’s, Pão de Açucar, Makro, Graal, Bráz e Veridiana. Moreira destaca que a conquista do mercado se deu pelo fato de seus fornos apresentarem “maior produtividade, maior durabilidade e maior rentabilidade, não esquecendo de todo suporte técnico incluindo consultores próprios para treinamento de uso dos equipamentos e rede de assistência técnica”.</p>
<p align="justify"><strong>Compacta Pizza: </strong><a href="http://www.maquinasdepizza.com.br">www.maquinasdepizza.com.br</a></p>
<p align="justify"><strong>Fornoflex: </strong><a href="http://www.fornoalenha.net.br">www.fornoalenha.net.br</a></p>
<p align="justify">Fonte: <a title="http://www.foodservicenews.com.br" href="http://www.foodservicenews.com.br">http://www.foodservicenews.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.gestaoderestaurantes.com.br/loja_virtual.html"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="banner_guia_de_produtos" border="0" alt="banner_guia_de_produtos" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/banner_guia_de_produtos.jpg" width="464" height="124" /></a></p>
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		<title>Terceiriza&#231;&#227;o reduz custos e vira tend&#234;ncia em empresas e escolas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 11:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alisonalves</dc:creator>
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<p align="justify"><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/image.png"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 6px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/image_thumb.png" width="240" height="157" /></a><em><strong>Sandra Ramos: &quot;O custo-benefício da terceirização da alimentação é atraente, porque esse não é o nosso negócio&quot;</strong></em></p>
<p align="justify"><em></em></p>
<p align="justify">Há pouco mais de uma década, a opção por transformar a alimentação dos funcionários em uma atividade coordenada pela própria empresa era bastante comum. Na Antilhas, fabricante de embalagens de Barueri (SP), não era diferente. O refeitório organizado em um dos espaços da fábrica era abastecido por alimentos preparados por terceiros, em uma cozinha industrial, e servido pelos próprios funcionários. &quot;Na época, acreditávamos que não valia à pena imobilizar tanto capital na construção de uma cozinha industrial&quot;, lembra Sandra Ramos, diretora de RH. &quot;Cuidávamos de tudo, do número de refeições a ser encomendada à qualidade do serviço, gastando tempo e energia com um negócio que não era nossa especialidade&quot;.</p>
<p align="justify">O modelo durou três anos e no peso da balança deixava a desejar na qualidade. Para ser entregue no refeitório da Antilhas às 11 horas, as refeições começavam a ser preparadas próximo das 5 horas da manhã, sem contar que a fornecedora atendia outras empresas, o que esticava ainda mais a viagem. &quot;Além da sensação de estar comendo algo preparado há muito tempo, o desperdício era grande, o descarte exagerado&quot;, conta Sandra. Há 10 anos a Antilhas decidiu terceirizar todo o processo, tomando o cuidado de manter a sua própria cozinha industrial.</p>
<p align="justify">&quot;O primeiro parceiro ficou conosco por sete anos e nos ajudou a montar a cozinha, trazendo os equipamentos e a mão de obra especializada&quot;, afirma a executiva.. O trabalho é acompanhado por uma nutricionista que monta os cardápios e oferece várias opções para quem está dieta ou é vegetariano, além de prestar atendimento uma vez por semana aos funcionários dispostos a mudar seus hábitos alimentares. Segundo Sandra, são 600 refeições por dia, entre café da manhã, almoço, jantar e ceia, já que a fábrica roda 24 horas.</p>
<p align="justify">&quot;Na ponta do lápis o custo-benefício da terceirização da alimentação é bastante atraente, porque esse não é o nosso negócio&quot;, afirma Sandra. &quot;Além de comer uma comida saborosa, preparada na hora, o trabalho está nas mãos de gente especializada, que atenta para a qualidade dos produtos, um dos itens que mais levamos em conta na hora de contratar o parceiro&quot;.</p>
<p align="justify">Assim como as empresas, muitas escolas têm deixado a autogestão de cantinas e refeitórios de lado. Os motivos são vários, entre eles, a busca por uma maior profissionalização da atividade, redução de custos e a exigência dos próprios pais e alunos. &quot;Hoje, a escola tem um papel não só de educadora, mas também de formadora de novos hábitos alimentares, o que intensifica a procura por empresas especializadas quando o assunto é alimentação&quot;, observa Enzo Donna, diretor da ECD Consultoria, especializada em food service. Segundo ele, trata-se de um segmento importante para o setor, com rentabilidade na casa dos 10%, tíquete médio de R$ 5,50 e nada menos do que 9 milhões de refeições servidas por dia.</p>
<p align="justify">Especializada em alimentação escolar, a Nutrical, com sede em São Paulo, deverá faturar R$ 2 milhões, 30% a mais do que no ano passado. São 18 escolas na carteira de clientes que, segundo a nutricionista Denise Vilella, sócia do irmão Rodrigo na empresa, contam com cardápios que atendem a diferentes faixas etárias e a crianças com restrições alimentares, como diabéticos e celíacos. Outros serviços oferecidos são consultas específicas para as famílias dos alunos e consultoria para professores empenhados em atividades didáticas relacionadas à nutrição.</p>
<p align="justify">Fonte: <a title="http://www.portogente.com.br" href="http://www.portogente.com.br">http://www.portogente.com.br</a></p>
<p align="justify"><a href="http://www.gestaoderestaurantes.com.br/loja_virtual.html"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="banners_100_receitas" border="0" alt="banners_100_receitas" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/banners_100_receitas.jpg" width="464" height="124" /></a></p>
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		<title>Cuidados evitam perdas na hora de vender a empresa</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 11:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alisonalves</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="wlWriterHeaderFooter" style="float:none; margin:0px; padding:4px 0px 4px 0px;"><iframe src="http://www.facebook.com/widgets/like.php?href=http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/2011/11/24/cuidados-evitam-perdas-na-hora-de-vender-a-empresa/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></div>
<p align="justify"><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/image5.png"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 5px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/image_thumb5.png" width="288" height="194" /></a>SÃO PAULO &#8211; O sonho do casal Vanja e Julio Nepomuceno era ter um negócio. Ao saberem da venda de um restaurante já estabelecido, chamaram os cunhados, Márcia e Otávio Costa para serem seus sócios. A parceira deu certo e no início de agosto o quarteto assumiu o restaurante Patroni Pizza, instalado na praça de alimentação de um shopping em São Paulo. &quot;O potencial de crescimento da loja nos atraiu muito e apostamos no negócio&quot;, revela Márcia. Para efetivar a compra, os sócios tiveram apoio de um consultor do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP). Mas o que leva um empresário a vender um negócio consolidado e que está operando no azul? </p>
<p align="justify">O primeiro motivo é a aposentadoria, seguido pelo cansaço decorrente da rotina de trabalho, associado ao desejo de fazer coisas novas, afirma o consultor da Sunbelt Business Brokers, Batista Gigliotti. A empresa é uma franquia da companhia americana que atua em 30 países na intermediação de negócios.</p>
<p align="justify">Problemas de saúde, mudança geográfica, divórcio, ou briga entre sócios, também são fatores que levam à venda negócios positivos. Muitas vezes, o empresário sabe que precisará investir em melhoria tecnológica ou em ampliação, mas não tem esse capital. &quot;Esse é um momento interessante para a venda, mas não é bom esperar muito tempo, porque o negócio começa a decair e o valor da empresa vai baixando&quot;, diz Gigliotti.</p>
<p align="justify">Ao decidir pela venda, o empresário precisa observar vários aspectos antes de definir o preço. &quot;Existem 80 tipos de metodologias para calcular o valor da empresa, mas o próprio mercado já estabelece um certo preço&quot;, afirma o consultor do Sebrae-Santos, Ricardo Curado. &quot;O ideal é que vendedor e comprador nos consultem juntos para que compreendam os métodos empregados no cálculo.&quot;</p>
<p align="justify">Para o sócio-diretor da Naxentia, especializada em transições críticas, fusões e aquisições, Vincent Baron, é importante considerar o momento da empresa, porque ela pode ter crescido muito nos últimos anos, mas estar num momento de estagnação.</p>
<p align="justify">&quot;Nesse caso, recomendamos que o proprietário faça uma reestruturação e espere que o negócio volte a crescer por mais um ano.&quot; Dessa forma, o vendedor terá um parâmetro razoável para apresentar ao investidor, porque quanto maior o potencial de crescimento da companhia, maior será o valor de venda.</p>
<p align="justify">Baron também orienta o empreendedor a deixar tudo arrumado e criar, por exemplo, um programa de eficiência operacional de redução de custos e de melhores práticas de gestão. Medidas como essas influenciam de forma positiva o valor do resultado operacional da empresa.</p>
<p align="justify">O que também melhora a percepção do comprador é ter nas mãos números auditados pelo menos um ano antes da venda. &quot;Ter uma companhia de auditoria confirmando os números apresentados pelo vendedor, traz mais conforto para o investidor&quot;, afirma Baron.</p>
<p align="justify">Gigliotti reforça esse aspecto e diz que pequenas coisas como o registro de patente e da marca, assim como a contagem física do estoque, agregam valor ao negócio. &quot;Não dá para vender uma empresa sem fazer uma avaliação criteriosa e profissional do negócio, que leve em conta o que ele realmente gera e não apenas o que os livros dizem.&quot; </p>
<p align="justify">Os consultores destacam a importância do valor de ativos intangíveis, que muitos empresários não levam em consideração. Processos e desenvolvimento de tecnologia interna, que demandaram horas de trabalho, marcas já compradas, websites, contratos de parceria, contrato de exclusividade e carteira de clientes, valorizam consideravelmente o valor do negócio.</p>
<p align="justify">Para quem quer comprar, a grande dificuldade é saber se o vendedor diz a verdade. &quot;A melhor recomendação é procurar conhecer os números da forma mais real possível. Além de passar um período vivenciando o negócio&quot;, recomenda Curado.</p>
<p align="justify">Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br">www.estadao.com.br</a></p>
<p align="justify"><a href="http://www.gestaoderestaurantes.com.br/loja_virtual.html"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="banner_guia_de_produtos" border="0" alt="banner_guia_de_produtos" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/banner_guia_de_produtos2.jpg" width="464" height="124" /></a></p>
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		<title>Restaurantes inovam e oferecem at&#233; condu&#231;&#227;o aos clientes em Manaus</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 10:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alisonalves</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="wlWriterHeaderFooter" style="float:none; margin:0px; padding:4px 0px 4px 0px;"><iframe src="http://www.facebook.com/widgets/like.php?href=http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/2011/11/24/restaurantes-inovam-e-oferecem-at-conduo-aos-clientes-em-manaus/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></div>
<p><em><strong>Novo serviço começa a ser adotado em Manaus para fidelizar e aumentar clientela</strong></em></p>
<p><a href="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/image4.png"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/image_thumb4.png" width="460" height="270" /></a></p>
<p align="justify">Restaurantes de Manaus começam a investir em um novo serviço que oferece comodidade e economia aos clientes, o traslado. Tendo principalmente executivos como público-alvo, o sistema garante transportar o consumidor em qualquer lugar da cidade para o restaurante e deixar no local de origem sem custo extra.</p>
<p align="justify">Aumentar o fluxo de clientes foi o que motivou a adesão do traslado pelo restaurante Naia, localizado nas dependências do hotel Holiday Inn Manaus.</p>
<p align="justify">“A ideia era melhorar o ponto de venda e desmistificar o paradigma, identificado por uma pesquisa, de que restaurante de hotel pode ser frequentado somente por hóspedes”, explicou o diretor de vendas e Marketing, David Pressler.</p>
<p align="justify">A promoção consiste na redução do preço do buffet executivo do almoço de R$ 45 para R$ 29 e na oferta de traslado em uma van das 11h às 14h30 de segunda a sexta-feira, transportando de uma a 13 pessoas, sem restrição. “Os sinais são de que vamos manter a promoção por tempo indeterminado, apesar de já conseguirmos obter o nosso objetivo”, disse. Segundo o diretor, funcionários das empresas do Distrito Industrial têm sido os principais usuários do serviço.&#160; </p>
<p align="justify">De acordo com Pressler, essa é a primeira iniciativa de um restaurante de um hotel no Brasil. “Hotéis da rede oferecem traslado para aeroporto, metrô e shoppings, além disso, principalmente, grandes churrascarias de São Paulo e Rio de Janeiro já oferecem esse sistema”, afirmou. Para divulgar o serviço gratuito disponível há pouco mais de um mês, o Naia tem apostado em mídias (outdoor, rádio e TV) e redes sociais (Twitter e Facebook).</p>
<p align="justify"><strong>Serviço vai ganhar novas vans</strong></p>
<p align="justify">No restaurante Picanha Mania, o sistema que oferece transporte gratuito tem dado certo com o aumento da frota de veículos para o traslado.</p>
<p align="justify">“Há quase um ano iniciamos com uma van, hoje já são três e se continuar do jeito que está vamos ampliar com mais uma ou duas, porque tem semana que três carros é pouco”, afirmou o gerente geral da rede, Ivan Souza, que não deu detalhes sobre o número de clientes que aderiram ao serviço.</p>
<p align="justify">O atendimento é em todos os dias das 9h às 21h (almoço e jantar) e o serviço no Picanha Mania também é gratuito. “Atendemos principalmente empresas do Distrito e hóspedes de hotéis”, informou. Ligando para a central de atendimento, o cliente executa o cadastro e recebe o serviço em qualquer parte da cidade.</p>
<p align="justify">Fonte: D24am &#8211; 18/09/2011</p>
<p align="justify"><a href="http://www.gestaoderestaurantes.com.br/loja_virtual.html"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="banners_cozinha_industrial" border="0" alt="banners_cozinha_industrial" src="http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/banners_cozinha_industrial2.jpg" width="464" height="124" /></a></p>
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