Boca a boca" é meio de propaganda mais confiável para o consumidor

Mesmo com os comerciais e os anúncios publicitários cada vez mais criativos, o "boca a boca" ainda é o meio de divulgação mais confiável para o consumidor, revela pesquisa realizada pela Nielsen.


O estudo mostrou que 92% dos consumidores mundiais declararam que confiam nas mídias conquistadas, tais como o boca a boca ou recomendações de amigos e familiares, acima de todas a outras formas de propaganda. O número representa um aumento de 18% desde 2007.
As críticas de consumidores postadas na internet são a segunda fonte mais confiável para informações e mensagens de marcas, com 70% das opiniões dos entrevistados.
Ainda 47% dos entrevistados disseram que acreditam em comerciais na TV e propagandas em revistas e 46%, em jornais. Quase dois terços (58%) dos consumidores confiam nas mensagens encontradas nos websites das empresas, conforme mostra tabela abaixo:

Formas de Propaganda

Propaganda                             Confia pouco ou totalmente        Não confio muito ou nda

Recomendações de conhecidos                                       92%                        8%
Opiniões de consumidores postadas na internet          70%                      30%
Conteúdo editorial, tais como artigos de jornal              58%                       42%
Website de marcas                                                               58%                       42%
E-mails que solicitei receber                                              50%                       50%
Comerciais de TV                                                                  47%                       53%
Patrocínios de marcas                                                         47%                       53%
Anúcios em revistas                                                              47%                       53%
Outdoors e outras propagandas exteriores                     47%                       53%
Anúncios em jornais                                                             46%                       54%
Anúncios no rádio                                                                  42%                      48%
Propagandas antes de filmes                                            41%                       59%
Merchandising de produtos em programas de TV         40%                       60%
Anúncios em resultados de busca na internet                40%                       60%
Vídeos publicitários na internet                                          36%                        64%
Propagandas em redes sociais                                         36%                       64%
Banners publicitários na internet                                       33%                        67%
Propagandas na telas de dispositivos móveis               33%                        67%
Mensagens de texto em aparelhos celulares                 29%                         71%

Fonte: Nielsen
Investimento publicitário

planejamento_cardapios

Praticidade é a chave para restaurantes prosperarem

image

Estabelecimentos faturam até 35% vendendo marmitex para trabalhadores

A cozinheira de mão cheia, Janaína Roberta Martins, 33 anos, não ficou apenas na sua cozinha preparando pratos para sua família. Junto com dois amigos decidiu abrir o restaurante X da Comida. Ao perceberem que as pessoas buscam praticidade, os sócios investiram apenas na marmitex.

O ramo cresce devido à rotina corrida e estressante da sociedade. “Atendemos principalmente trabalhadores. Todo mundo busca o que é prático até mesmo na hora de se alimentar”, diz um dos sócios da marmitaria, Daniel Rubin da Silva, 28.

Há 24 anos na área alimentícia, Marcos Roberto Domingues, 42, proprietário do restaurante Santa Gula, descreve o perfil da clientela. “Hoje as pessoas falam ao celular e almoçam ao mesmo tempo. Quem mais consome marmitex é aquele trabalhador que fica o tempo todo na rua”, destaca.

A comodidade é outro fator que faz o setor crescer. “Aos fins de semana a demanda é residencial. No dia da folga, ninguém quer cozinhar”, afirmam Daniel e Marcos.

Desempenho

E não é porque Daniel é um dos proprietários que fica de braços cruzados supervisionando o serviço dos demais funcionários. Daniel é um dos motoboys da empresa. “Estamos entregando, em média, 30 marmitex por dia. Inauguramos há dois meses e nossa intenção é crescer, para isso estamos entregando panfletos, além do boca a boca”, detalha.

Atualmente, o Santa Gula entrega 400 marmitex, atendendo principalmente empresas.

Como o restaurante não para de crescer, Marcos revela qual será seu próximo passo. “Pretendo abrir mais uma unidade no Parque São Bento. É a região que mais cresce na cidade, além de termos muitos clientes que moram lá.”

O Santa Gula nasceu na garagem de Marcos. Sua mãe ficava na cozinha, enquanto ele fazia as entregas. Para conquistar o sucesso, ele fez cursos de especialização, como gerenciamento de micro e pequena empresa, higienização e cuidados com alimentos. “A Vigilância Sanitária fica em cima, por isso é interessante conhecer todas as suas normas e, inclusive, levar seus funcionários para aprender também”, destaca.

Lucro

Os proprietários de “marmitaria” tem um ganho real entre 15% e 35%. O restante da porcentagem é gasto com aluguel do salão, pagamento de funcionários, compras de alimentos e contas de energia, água e gás.

Eles alegam que o preço da carne é o que mais pesa na hora de definir o valor da marmitex.

Para obter bom lucro no seu negócio, Marcos dá uma dica: “Compro e deixo estocado. Sou eu quem fica no caixa e faço orçamento de valores, assim vejo o que entra e sai do restaurante”, revela.

Rotina

O horário de pedidos para marmitex é feito das 11 às 13 horas. Os restaurantes desta linha funcionam de segunda-feira a sábado.

Os restaurantes servem arroz, feijão, uma mistura (sendo três opções) e uma guarnição. “Uma nutricionista montou o cardápio de marmitex. Não é só matar a fome, tem de estar bem alimentado”, reforça Marcos.

Daniel diz que as misturas prediletas do sorocabano são filé de frango, bife acebolado ou linguiça. Os valores variam em cada estabelecimento, mas está entre R$ 8 mini (cerca de 700 gramas), R$ 9 normal (850 gr) e R$ 15 grande (1,2 kg).

Marmitex é mais vantajosa

Em Sorocaba, existem cerca de 350 restaurantes, sendo que 90% vendem marmitex. O self-service perdeu a vantagem por ser mais caro, de acordo com o tesoureiro do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes de Sorocaba, Oswaldo Arvate.

“A maioria dos estabelecimentos vende o quilo da comida por R$ 24,90. A marmitex grande, que vem cerca de um quilo, sai por 8,50. Quase três vezes o valor”, destaca.

Seria esse o sucesso do ramo de marmitex? Oswaldo garante que não é tão lucrativo, porém as pessoas se arriscam produzindo em casa. “Quem trabalha na cozinha onde se prepara o alimento para a família não conta com o registro sanitário”, lembra. “Infelizmente a fiscalização é falha. Apesar de que reconheço que é difícil adivinhar onde estão essas pessoas”, diz o tesoureiro.

O PAS (Programa Alimento Seguro), oferecido pelo Sebrae, ensina o empresário a manusear com alimentos de forma segura, livres de contaminação, valorizando a qualidade, higiene do ambiente, qualidade da água, resfriamento, estocagem e sobras.

Após o curso, o empresário já sabe como levar seu negócio para frente. Porém, é preciso também procurar a Prefeitura para fazer as inscrições obrigatórias, além de agendar as vistorias em seu estabelecimento.

Quem não atende as normas da Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) pode  ter seu comércio fechado e lacrado.

Fonte: Diário de S. Paulo – 02/04/2012

banner_adm_restaurantes

Acessibilidade em bares e restaurantes

 

Assim que um empresário decide abrir um bar ou restaurante é necessário observar se o local já é acessível, ou se nele é permitido fazer reformas para adaptá-lo aos requisitos atuais de acessibilidade.

E o que é considerado um ambiente acessível? É definido como acessível um local livre das barreiras que impeçam o fluxo dos clientes pelo estabelecimento, desde a entrada.

E por que se preocupar com isto? A acessibilidade além de ser uma lei cada vez mais fiscalizada, é um ato de cidadania e mostra a preocupação que a empresa tem com as pessoas. Um espaço acessível facilita o deslocamento de todos, e consequentemente auxilia nos fluxos de funcionários e mercadorias. Também beneficia a visualização do cliente sobre determinado produto ou serviço, o que pode acarretar em aumento de vendas e a satisfação final do consumidor.

Abaixo seguem estão alguns itens da norma brasileira de acessibilidade para restaurantes, bares e similares:

1. É necessário que pelo menos 5% do total das mesas, com no mínimo uma, seja acessível à pessoa cadeirante. Esta porcentagem também é válida para o buffet e caixa. As mesas devem ser integradas às demais, para que sejam oferecidas todas as habituais comodidades e serviços disponíveis no local. Em alguns estabelecimentos observam-se certas incoerências em relação ao assunto, por exemplo, espaços destinados às pessoas com mobilidade reduzida localizados no segundo pavimento, com o acesso obrigatório realizado por escadas, ou mesas isoladas do restante do salão. O cliente está cada vez mais informado e percebe quando as adequações são excludentes.

2. O estabelecimento deve oferecer exemplares do cardápio em braile.

3. Atente-se para as medidas, principalmente em relação às alturas. Nos balcões de auto-serviço, a altura máxima é de 85 cm.Também é necessária uma área de aproximação de 90 cm. Veja a figura 1.

clip_image002

 

4. Os caixas de pagamento e atendimentos rápidos devem possuir altura máxima de 105 cm do piso. Veja figura 2.

clip_image004

E lembrem-se! Não devemos considerar somente como beneficiários os portadores de algum tipo de necessidade especial permanente, mas também os portadores de necessidades especiais momentâneas, que podem ser qualquer um de nós, em determinada época da vida. A gravidez, uma perna quebrada, torção no pé ou até mesmo uma gripe, deixam as pessoas incapazes de exercer uma atividade com a mesma intensidade. E nestes momentos, como seria bom se não existissem degraus, se o local fosse bem sinalizado, se as rampas e passeios tivessem a inclinação correta e demais condições de acessibilidade respeitadas.

 

Minha fotoAutoria: Drielly Madeira – Designer de interiores do escritório M&N Ambientes, pós-graduada em Gestão de Marcas e Identidade Corporativa. Site: www.mnambientes.com; e-mail: contato@mnambientes.com Fone: (31) 3654 3013 // (31) 9821 4275

banner_ficha_tecnica

Adulterações no setor alimentício

imageLivro mostra como azeite e outros alimentos são falsificados

 

Domênico Ribatti, um italiano que fez fama nos anos 80 como um dos maiores comerciantes de azeite de oliva em seu país, foi condenado à prisão, em 1993, acusado de fraude. Ele recebia toneladas de óleo de avelã da Turquia, de navio, e vendia como azeite extravirgem na Itália.

Quem conta a história é o norte-americano Tom Mueller, que acaba de lançar "Extra Virginity", livro no qual desdobra sua investigação sobre a adulteração de azeite.

Especializado no óleo, o chef André Castro, do D`Olivino, está de acordo com a tese do autor, de que não há oliveiras suficientes para atender a demanda pelo azeite de oliva, e que isso ativa a falsificação do produto.

"Alguns até apresentam traços do óleo extraído do caroço da azeitona", diz.

Para Ingrid Schmidt-Hebel, coordenadora do curso de tecnologia em gastronomia do Senac, as adulterações no setor tendem a se intensificar. "As fraudes estão se sofisticando. Dificilmente o consumidor tem condições de identificá-las."

E a solução? "É preciso ter leis para a fabricação de alimentos e, na outra ponta, uma fiscalização rigorosa."

Búfala

A mozarela de búfala, queijo fresco feito com 100% de leite de búfala, também sofre adulteração. "A fraude vem da demanda crescente. Os produtores compram leite bovino [mais barato e abundante], fabricam o queijo e vendem por preços inferiores", diz Pietro Baruselli, professor de veterinária da USP e membro da Associação Brasileira de Criadores de Búfalos.

Para não cair em armadilhas, busque um queijo branco e brilhante –a adição de leite bovino dá coloração amarelada, muitas vezes camuflada com branqueadores.

Sua massa deve ter aroma de leite fresco, sabor suave e levemente adocicado. Na textura, procure consistência macia, mas firme, para que não despedace –quando levam porcentagem de leite bovino, costumam esfarelar.

Nem os vinhos escapam. Há alguns anos foi descoberta uma rede internacional que falsificava vinhos italianos. Policiais apreenderam um grande lote de vinho de mesa italiano que seria vendido como Barolo, Brunello di Montalcino e Chianti.

Os vinhos de € 2 eram comprados engarrafados, mas sem rótulo, e levados para a Alemanha, onde recebiam etiquetas falsas. Lá, eram vendidos por € 100.

Em "Historie de la Qualité Alimentaire" (sem tradução no Brasil), Alessandro Stanziani se concentra nas fraudes de vinho, carne, leite e manteiga. Para ele, os consumidores devem ser informados para que tenham liberdade de escolher um produto.

"A responsabilidade do Estado é assegurar que a informação do fabricante ou do produtor está correta."

Fonte: Folha de S. Paulo – 29/02/2012

banner_guia_de_produtos

Treinamento da equipe: sua empresa está fazendo isso corretamente?

image"Se você não tem as pessoas contratadas da maneira correta, não adianta trazer uma grande personalidade para fazer milagres", afirma especialista

Treinar a equipe, sem dúvida, é um dos mais importantes meios de mantê-la atualizada e capacitá-la para o exercício eficaz e eficiente do trabalho. Muitas organizações, entretanto, acabam se perdendo na forma de fazer isso. E aí a busca por uma solução pode acabar se tornando um problema.

Para o consultor e palestrante Claudio Diogo, especialista em vendas, "não adianta você plantar uma semente em terreno que não é fértil. Se você não tem as pessoas contratadas da maneira correta, não adianta trazer uma grande personalidade para fazer milagres". Por isso, ele destaca que o primeiro passo para que um treinamento dê resultados é, antes de tudo, saber contratar corretamente a equipe.

"Elas investem corretamente a partir do momento em que treinam as pessoas certas no momento certo. Ou seja, eu considero que se elas contrataram de maneira correta elas já deram um passo muito importante em termos de treinamento", complementa.

Em entrevista ao Administradores.com, o especialista detalha esse e aborda outros assuntos sobre os famosos treinamentos. Confira.

Treinamentos: as empresas estão fazendo isso corretamente?

Elas investem corretamente a partir do momento em que treinam as pessoas certas no momento certo. Ou seja, eu considero que se elas contrataram de maneira correta elas já deram um passo muito importante em termos de treinamento. Os problemas são as empresas que só investem em treinamento e não na contratação. Elas só têm o resultado esperado em uma pequena parcela a partir do momento que contratam corretamente e investem certo.

Afinal, para que serve um treinamento? Basta levar um especialista para falar sobre algum tema relevante ao dia a dia dos profissionais?

Não adianta nada. Não adianta você plantar uma semente em terreno que não é fértil. Se você não tem as pessoas contratadas da maneira correta, não adianta trazer uma grande personalidade para fazer milagres. Para um treinamento ser produtivo, ele precisa ser feito para as pessoas certas, da forma certa e sob medida para atender as reais necessidades de cada um. Treinamentos genéricos quase não funcionam. Se as pessoas mensurassem treinamentos não fariam treinamentos genéricos. Para um treinamento funcionar, primeiro deve-se avaliar as habilidades, os pontos fracos dos integrantes da equipe e que você consegue desenvolver com treinamento. Depois, quando você consegue dividir isso, que é muito básico, você dá um passo brutal e passa a atender as verdadeiras necessidades de cada um dos integrantes dos treinamentos. No fim das contas, o que interessa é que treinamentos genéricos não sensibilizam pessoas, enquanto que treinamentos feitos sob medida conseguem isso, o que faz toda a diferença.

Como é, normalmente, a receptividade dos funcionários aos treinamentos? Às vezes, a abordagem não agrada e acaba não dando resultados…

Quando um treinamento diz respeito a um grande interesse de qualquer ser humano, esse treinamento passa a causar um grande interesse. Para quem adora pesca, você fala de pesca e causa um grande interesse. Ou seja, você precisa descobrir o que causa um grande interesse em seus vendedores. Assim, antes de contratar um treinamento, conheça sua equipe e entenda o que ela gosta e o que ela precisa. Quais são as ferramentas de que ela precisa? Como pode produzir mais? O que precisa para produzir mais?

Quais são suas dicas para as empresas que buscam treinamentos?

1 – Saiba pra onde você vai. Tenha um planejamento e crie uma causa.

2 – Contrate pessoas que possam se sensibilizar pela sua causa.

3 – Ensine essas pessoas a conquistar essa causa. A vontade delas de seguir sua causa será visceral.

4 – Conduza essas pessoas a buscar essa causa. Ou seja, regue as plantas. Preparou o terreno, plantou a semente, fez com que ela crescesse e em seguida fez a manutenção? Grandes chances de conseguir obter a produtividade total das pessoas envolvidas.

banner_guia_de_produtos

Chefs brasileiros se unem pela valorização da cozinha nacional

O movimento visa defender a representatividade de pratos típicos do País

imageUm movimento formalizado está nascendo para defender a representatividade de pratos como moqueca, feijoada, galinhada e picadinho. Quem encabeça a trupe é a chef mineira Monica Rangel, do premiado Gosto com Gosto, restaurante de culinária mineira de Visconde de Mauá. “Nossa ideia é fazer valer a tradição gastronômica brasileira tanto aqui dentro quanto lá fora”, conta Mônica.

Para isso, a chef reuniu, até o momento, 25 nomes de peso da gastronomia nacional para criar um grupo de estudo que terá representatividade governamental junto a Embratur e ao Ministério do Turismo. “A ideia é discutir todo tipo de questão relacionada ao patrimônio gastronômico brasileiro, estudar produtos, ingredientes e receitas locais”.  Desde o ano passado, Mônica tem se reunido com o presidente da Embratur, Flávio Dino, para elaborar os termos formais do processo.

Tudo começou quando o Ministério do Turismo e a Embratur decidiram trazer de volta a classificação de estrelas para os hotéis brasileiros, extinta desde em 2009. Mirando a internacionalização dos hotéis locais para a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

Até aí tudo bem, salvo pelo fato que a portaria baixada (de número 100) determinava que para ser considerado um hotel estrelado o estabelecimento teria que, além de outras regras como ter garçons bilíngues, ter um restaurante de cozinha internacional. “Não tem cabimento quem vem de fora visitar o Brasil comer macarrão como receita local”.

Acreditava-se até que o Brasil não tinha pratos suficientemente fortes para representar a cozinha local. Mas depois de muita manifestação, abaixo-assinados e apoio de nomes fortes da gastronomia nacional como Roberta Sudbrack, Carla Pernambuco e Rodrigo Oliveira, o grupo está finalmente sendo criado.

“Mas para isso, é preciso formalizar tudo, documentar, traçar metas e estratégias e fundar uma associação que concentre tudo isso”. Entre os nomes cogitados para a associação estão: Brasil à Mesa, Brasil Cinco Estrelas e a Seleção Brasileira de Gastronomia, antecipa Mônica.

O grupo deve ser anunciado pelo Ministério no Festival de Pinhão de Mauá (RJ), em maio. “Mas antes disso a gente se reunirá no final de março com o Ministério do Turismo e a Embratur num seminário dentro da UNB [Universidade de Brasília], no dia 26 de março. O objetivo é fechar detalhes do grupo de trabalho e traçar metas para as futuras ações”.

Entre as expectativas está catalogar ingredientes desconhecidos e resgatar receitas esquecidas em diferentes regiões do Brasil, a começar pelo Cerrado. “Sabemos muito pouco dessa região, queremos descobrir pratos, ingredientes e histórias dessa e de outras regiões do Brasil”, antecipa.

Entre os nomes envolvidos na ação estão, além de Monica Rangel, os chefs Dalton Rangel, Rodrigo Oliveira (Mocotó), Roberta Sudbrack (Roberta Sudbrack), Tereza Paim (Terreiro da Bahia), Carla Pernambuco (Carlota), Bel Coelho (Dui), Thomas Troisgros (Olympe, CT Brasserie, CT Boucherie, 66 Bistro), Wanderson Medeiros (Picuí), Marcia Pinchemel, Alice Mesquita, Ariani Malouf (Mahalo), Thiago Castanho (Remanso do Peixe), Daniela Martins (Lá em Casa), Cesar Santos (Oficina do Sabor), Carlos Ribeiro (Na Cozinha), Heiko Grabolle (Florianópolis), Teresa Corção, Flavia Quaresma, Ana Bueno e Juarez Campos. Outros chefs devem aderir ao grupo nos próximos dias.

Além disso, Mônica conta que quem quiser apoiar o projeto é bem-vindo. “Vamos ter espaço para todo mundo, quem quiser apoiar vai poder, mesmo que não seja da associação. Mesmo os chefs associados, que dispõem de pouquíssimo tempo, vão ter que dar seu apoio à distância. O que não podemos é deixar passar a oportunidade de elevar o nome da gastronomia nacional tanto dentro quanto fora do país” finaliza Mônica.

Fonte: Basilico

planejamento_cardapios

Luz verde Sobre os restaurantes

Preocupados com o meio ambiente e a opinião pública que, atualmente, tem monitorado as práticas sustentáveis empresariais, alguns restaurantes optam por ações diferenciadas e criativas para a economia de energia elétrica

image

Juliana Siqueira Pio

Em 2001, no Brasil, milhares de casas e estabelecimentos comerciais tiveram de reduzir o consumo de energia elétrica, sob o risco de ficarem completamente no escuro. Aparelhos pouco ou não utilizados, banhos demorados, lâmpadas que aumentavam o consumo foram reduzidos e, em alguns casos, até eliminados. Onze anos depois, agora sem obrigatoriedade governamental, pode-se perceber a herança desta época no comportamento dos consumidores que exigem um bom tratamento ao meio ambiente. As empresas estão, cada vez mais, ligadas à sustentabilidade e a iniciativas que, contribuindo para ações menos agressivas à natureza, fornecem ganhos tanto em suas próprias imagens, quanto na lucratividade dos locais.

Tendo a satisfação do consumidor como um de seus pilares, a rede de fast food McDonald’s iniciou uma batalha contra o desperdício de energia elétrica, conscientizando seus funcionários e instalando aparelhagem técnica própria para esta ação. “É uma prática de mercado, um diferencial que o cliente busca. O cliente, atualmente, está mais esclarecido quanto a esse tema de sustentabilidade e procura por empresas sérias neste ramo”, afirma Wilson Pissardini, diretor de equipamentos e manutenção do McDonald’s.

De janeiro de 2008 até hoje, no Brasil, já são encontrados 60 restaurantes com aquecedores solares e 170 controladores de demanda espalhados por várias unidades da rede. Este último, “gera uma economia na linha da cobrança de demanda, e a gente não estoura a demanda contratada”, diz Pissardini. Além disso, nos shoppings, há medidores de energia paralelos na gerência das lojas, já que nestes centros de compras não há chaves liberadas a todos os funcionários para o acesso a leitura geral de energia. Assim, “o gerente acompanha o dia a dia e o consumo da energia do seu restaurante de acordo com o volume de vendas que ele tem”.

Estes tipos de investimentos devem, no entanto, vir acompanhados da conscientização dos trabalhadores, de acordo com Pissardini. “Nós temos também, em boas práticas, um curso que a gente chama de ‘Curso Básico de Utilidades’ em que o público alvo são os técnicos de manutenção e gerentes de restaurantes. Ensinamos praticamente todas as boas práticas. Tudo que é preciso saber para economizar energia”. E, para isso, são usados alguns tipos de equipamentos. “Nós desenvolvemos também o simulador de energia eletrônico. O procedimento é simples. Se você encontra três fritadeiras ligadas para o baixo número de vendas, e na verdade só precisaria de uma, você vai lá no simulador, desliga duas fritadeiras e ele te mostra o quanto você estava jogando dinheiro fora por hora, mês e ano”.

Intervenções como esta, que incluem o simulador, são importantes porque conscientizam de uma maneira que apresenta a relevância da ação. “A gente procura mostrar para o gerente do restaurante em uma linguagem que todo mundo gosta de ouvir, em uma forma financeira, ao invés de falar quilowatt-hora”, comenta Pissardini.

Em Bertioga, litoral de São Paulo, o McDonald’s conta com uma unidade já certificada. E ela possui alguns diferenciais. “Esse restaurante tem algo a mais. Tem controle de janelas para aberturas do aproveitamento de vento da praia, onde há um fluxo de ar bastante forte. Não se utiliza o ar condicionado. A janela automaticamente abre, desliga o ar condicionado e, assim, há um consumo menor. Quanto aos consumidores, isso é bem interessante porque é perceptível. O cliente vê a janela abrindo e fechando de acordo com o vento”. Há, ainda, sinalizações no restaurante que indicam os materiais reciclados que foram utilizados na construção do lugar.

A economia é grande. “Nós estamos gastando hoje menos energia elétrica do que a gente gastava em 2007, mesmo com toda a inflação do custo de energia. Em 2007, os restaurantes abriam, na maioria dos casos, às 10h da manhã. Hoje, com o café da manhã, nós abrimos às 7h, o que demanda um maior consumo de energia, pois, na média, são três horas a mais por restaurante. Toda a parte de equipamentos do café da manhã, que é nova e que adicionamos ao restaurante, também estão nessa conta. Nós temos hoje, mais de 100 restaurantes abrindo 24 horas, coisa que não tínhamos em 2007”, ressalta Pissardini.

Energia na ponta dos pés

Entretenimento e sustentabilidade são parte da proposta da casa de eventos e restaurante Eco House, localizada no bairro Pinheiros, em São Paulo. Uma pista de dança bem peculiar coroa as baladas realizadas no local. Abaixo de placas europeias, produzidas com exclusividade para o estabelecimento, há um reservatório de água proveniente da chuva, visível a todos. Quem anda ou dança ali contribui para a preservação do meio ambiente, pois há geração de energia através dos movimentos das pessoas. E é possível acompanhar isso de perto. Uma torre chamada Generator Meter mostra a energia produzida pelo piso na mesma hora em que o fenômeno acontece. A Eco House possui, ainda, iluminação a base de LEDs e também iluminação natural, além de aquecimento solar e sistema inteligente de refrigeração de ar. No que diz respeito ao processo de produção das comidas, há a redução no uso de equipamentos eletroeletrônicos.

A Little Eco House é um espaço destinado especialmente para as crianças e é, aqui no Brasil, o primeiro salão feito para o público infantil que conta com energia sustentável. No local, as crianças entram em um mundo lúdico onde há brincadeiras que não precisam do suporte de utensílios eletrônicos. Perna de pau, queda em colchões, tecido acrobático e balanço de molas são apenas algumas das opções destinadas aos consumidores mirins que podem contemplar brinquedos inspirados nos desenhos feitos pelo pintor Leonardo da Vinci. De acordo com o chef e empresário Eric Thomas, dono do local, as crianças “saem exaustas de tanto brincar”.

Thomas decidiu se inteirar mais sobre a sustentabilidade, percorreu alguns países e fez pesquisas a respeito do tema. Assim, ele concluiu que “ainda não há nada similar ao seu empreendimento no Brasil e no mundo”. A expectativa, no que diz respeito a economia de energia, é de 50%. A conta de energia elétrica, que contabilizava R$ 1.800, foi reduzida consideravelmente, chegando a R$ 52. A conta de água também ficou mais barata, sofrendo redução de 70% do valor.

Conhecimento sustentável

“O retorno é muito gratificante. As pessoas ficam felizes de estar comendo aqui e saber que estão, de certa forma, contribuindo na preservação do meio ambiente e melhorando a qualidade de sua própria vida”. A frase acima foi dita por Sergio Chamma, gerente geral do restaurante Copa Gastronomia & Futebol, localizado no estádio do Morumbi, em São Paulo. No momento, a divulgação acerca do conceito sustentável da empresa tem sido mais internamente, e não são todos os consumidores que possuem informações sobre esta forma de atuação do restaurante. No entanto, conforme avalia o gerente, quando algo a respeito é anunciado, é possível saber a satisfação dos clientes quanto ao conceito de sustentabilidade.

Fundado em agosto de 2009, com investimento inicial de mais de R$ 1 milhão, o local mistura a paixão dos brasileiros pelo futebol, ambiente sustentável e comidas mais saudáveis. O restaurante possui equipamentos que economizam energia, como o fogão de indução, que é capaz de esquentar apenas as panelas. O salão tem lâmpadas LEDs e o local possui forro térmico, que reduz a utilização do ar condicionado. “A ideia é trazer o mais possível deste conceito de sustentabilidade, oferecendo um serviço diferenciado a um preço justo”, diz Chamma.

Refletindo nos ganhos financeiros, Chamma explica que “a energia do restaurante, em vista do que é consumida nas outras unidades, por causa das lâmpadas que nós utilizamos e pelos equipamentos, a diferença na conta chega a quase 20% em relação ao consumo de outras unidades”.

Para divulgar estas ações, o restaurante Copa Gastronomia & Futebol já está investindo em publicidade. “Nós estamos elaborando, agora, um novo site. Teremos na entrada do restaurante um totem informativo. As pessoas receberão um folheto informando quais os benefícios de elas estarem tornando-se clientes do Copa”. O lado positivo de investir em sustentabilidade, além da preservação do meio ambiente é o “retorno, a fidelização do cliente e a procura”, finaliza Chamma. •

Fonte: http://www.foodservicenews.com.br

banners_cozinha_industrial

Empresa com cara de outdoor

Grandes fornecedores ajudam bares e restaurantes a comprar equipamentos e acessórios em troca de publicidade


image

As camisetas verde-bandeira dos garçons destacam-se entre as mesas de madeira do restaurante O Brasileirinho, em funcionamento há quatro anos no mezanino do Mercado Municipal de São Paulo. Enquanto atendem os 120 clientes que passam diariamente pela casa, os funcionários exibem nos uniformes duas marcas: a da empresa e a dos cartões Visa. Para os proprietários de O Brasileirinho, a parceria com a multinacional rende a cada ano 48 conjuntos de camisa e avental para garçons e cozinheiros, além de 50 cardápios. Para a Visa, o acordo é um canal barato de publicidade em um dos principais pontos turísticos da cidade. Vantajoso para empreendedores e fornecedores, esse tipo de relação comercial é bastante comum no setor de alimentação e representa uma boa economia para donos de cafés, bares, lanchonetes e restaurantes. "Cerca de 30% dos estabelecimentos têm patrocínio em troca da propaganda", diz Joaquim Saraiva de Almeida, diretor da sucursal São Paulo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), que reúne 1.700 associados. No Brasil, a entidade engloba 6.000 empresas.

Segundo Almeida, as grandes fornecedoras de bebidas, alimentos e serviços oferecem apoio para a compra de uniformes, cardápios, louças, luminosos, refrigeradores, mesas e cadeiras. Fechar acordo com gigantes como Ambev, Coca Cola, Souza Cruz e Sadia, entretanto, não é tão fácil. Quanto mais antigo o relacionamento entre as partes e maior o poder de compra do pequeno empresário, mais chance ele tem de conseguir o incentivo. Pontos comerciais com grande circulação de pessoas e potencial de crescimento dos negócios também contam a favor na negociação. A Cervejaria Mangueira, de Goiânia, reuniu todos esses fatores como argumento para convencer a Ambev a custear 17 refrigeradores, uma geladeira industrial e 100 jogos de mesas e cadeiras. O dono, José Soares, calcula que o desembolso seria de R$ 67.000 se precisasse comprar os equipamentos. Em contrapartida, ele gasta R$ 70.000 mensais em cervejas e refrigerantes.

O diretor da Abrasel aconselha os empresários a avaliar o retorno que podem gerar para as marcas antes de solicitar o patrocínio. A parceria só é fechada se a previsão de vendas do estabelecimento compensar o valor investido.

Fonte: http://revistapegn.globo.com

banner_guia_de_produtos

Trabalhar com comida rende lucro de até 20%

Bom nível de emprego e aumento da renda no Brasil estimulam o desenvolvimento do setor de alimentação

Reinaldo Chaves

imageA taxa de desemprego ficou em 5,7% em fevereiro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma das menores da história. O rendimento médio real do trabalhador ficou em R$ 1,699,70, o que representou avanço de 1,2% sobre janeiro.

Esses fatores estimulam o setor de serviços no Brasil e uma das áreas mais beneficiadas é a de alimentação, pois os brasileiros com mais dinheiro no bolso podem comprar mais refeições fora de casa. O Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) estima que já existam 1,5 milhões de bares/restaurantes no país, que geram 4,5  milhões de empregos.

E toda essa força também favorece os pequenos e médios negócios, como marmitarias e buffets. Segundo Karyna Dantas, consultora especialista para alimentação fora do lar do Sebrae-SP,  bem administrada uma empresa como essa pode ter lucratividade variando entre 10% a 20%. “Mas é preciso ter uma gestão bem assertiva e um gestor participativo”, ressalta.

Passos

Ela orienta que um dos passos iniciais para quem quer entrar no ramo de marmitarias ou buffets, antes de pensar em custos, é a  elaboração do cardápio. O interessante é que o futuro empreendedor analise o que vai ofertar para o seu cliente para depois prever todos os custos de investimentos, abertura e implementação do negócio. Para isso ser feito com segurança, um plano de negócio deve ser elaborado.

Tudo isso para ter um planejamento anual, mais longo, ou seja,  diminui a chance de  tomar decisões apressadas ou erradas.  “Isso ajuda principalmente depois do negócio formalizado e constituído, onde deverá ser previsto os períodos de risco, como a sazonalidade de produtos, dos serviços e das demandas”, diz.

Formalização

Para quem abre um negócio, a informalidade é sempre uma dúvida: pode-se pagar menos impostos, mas o empresário não tem acesso a financiamentos, fica fora das regras legais do país e por isso pode se acomodar e não pensar em crescer.

Uma alternativa para os pequenos se legalizarem é o Empreendedor Individual, programa do Ministério do Desenvolvimento que formaliza os negócios com o pagamento de um valor fixo mensal de R$ 36,10.  É uma boa dica para quem pensa em marmitaria. Isso dá direito a  benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros. Veja mais em

www.portaldoempreendedor.gov.br.

Dinheiro

Também há instituições que emprestam dinheiro para pequenos empresários cobrando juros baixos. O Banco do Povo Paulista, por exemplo, cobra 0,5% ao mês (veja mais em www.bancodopovo.sp.gov.br). Também existe o programa nacional de microcrédito Crescer, que atende nos bancos públicos Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, com juros de 0,6% ao mês (veja mais em www.caixa.gov.br/voce/Credito/mpo_crescer/index.asp).

Fonte: Diário de São Paulo – 25/03/2012

 

planejamento_cardapios

DEFEITOS DO VINHO E AS CONDIÇÕES INADEQUADAS DE ARMAZENAMENTO

imageAqui já conversamos muitas vezes sobre os cuidados a serem tomados na hora de servir ou degustar um bom vinho. Mas tem um que, se não for tomado bem antes de qualquer outro, pode estragar o seu programa: armazenamento e conservação do vinho. Alguns defeitos apresentados no vinho estão diretamente relacionados a condições inadequadas de armazenamento, conservação e transporte.

Então, para evitar surpresas desagradáveis, vamos dar algumas dicas sobre como preservar, na medida do possível, as características organolépticas do vinho, que são todas as sensações olfativas, gustativas e táteis, percebidas durante a sua degustação.

Em condições prejudiciais à sua conservação, os conservantes naturais do vinho estão sujeitos às conseqüências comuns a todos os produtos mal armazenados, ou que porventura não sejam consumidos dentro do período adequado. Um problema grave é o “bouchonée”. Palavra derivada da expressão bouchon (rolha, em francês). É causado pelo TCA, um fungo que afeta a rolha e contamina o vinho. Um vinho bouchonée tem forte aroma de mofo, que torna impossível ingerir a bebida. O pior é que esse defeito só será percebido após abrirmos à garrafa e provarmos seu aroma.

Outro problema trágico é a oxidação, um processo natural a todos os elementos vivos e, portanto, também o vinho. Contato inadequado com o ar ou tempo ideal de consumo esgotado torna o vinho oxidado. A bebida adquire um aroma de vermute e, em muitos casos, um odor avinagrado decorrente da proliferação de bactérias acéticas, que causam acetificação no vinho (transformação em vinagre). A oxidação não é decorrente só da falta de cuidado no armazenamento. Pode ocorrer antes também. O contato do ar sem nenhum controle durante a vinificação (processo de elaboração da bebida) é fatal.

Devemos sempre lembrar de alguns cuidados básicos e acondicionar os vinhos de forma a evitar os problemas já citados. Esses cuidados são, principalmente, guardar a garrafa no escuro, ou com o mínimo possível de luz. A luminosidade provoca a deterioração dos componentes que dão cor ao vinho. Recomenda-se que a temperatura fique em torno dos 18ºC, sem muitas variações. A umidade deve se manter em mais ou menos 75%. Menos do que isso pode fazer a rolha ressecar e encolher, permitindo a entrada de ar. Umidade muito elevada (qual o índice? Acima dos 75%) pode ocasionar mofo no rótulo e na rolha.

A posição das garrafas ao serem acondicionadas também é muito importante. Na posição horizontal a rolha se mantém úmida e inchada, com isso lacrando bem a garrafa e não permitindo a entrada de ar. A rolha também possui a capacidade de absorver aromas. Se você armazenar a garrafa em locais em que haja odores fortes ou usar produtos de limpeza nos locais de armazenamento, é muito provável que os cheiros passem para o vinho. Vale lembrar que quanto menos se mexer nas garrafas melhor, pois desta forma evita-se a dispersão dos sedimentos e a alteração da viscosidade do vinho.

Após aberto, o vinho deve ser consumido preferencialmente no mesmo dia, pois o contato com o ar oxidará rapidamente. Se não for consumido, dependendo do tipo, o vinho pode ficar armazenado na porta da geladeira por no máximo dois dias. Porém, mesmo assim, a bebida vai sempre perder suas características.

Fonte: http://www.guiagphr.com.br

banners_100_receitas